Quem atende no WhatsApp vê quem é a pessoa do outro lado, quando ela volta à clínica e o que já aconteceu, sem abrir o sistema em outra aba.
oi que dia é minha consulta mesmo
14:37O paciente escreve uma linha e a recepção para tudo. Sai da conversa, abre o sistema da clínica em outra aba, procura a pessoa pelo nome, torce para não haver dois parecidos, encontra a agenda, volta para o WhatsApp e só então responde. Enquanto isso o paciente espera, e a fila de conversas cresce atrás dele.
Quando o vaivém se estica, alguém acaba respondendo de memória e erra o dia. E quando o paciente confirma ou desmarca ali na conversa, a agenda só fica certa se a recepção lembrar de lançar depois — o que não é lançado vira cadeira vazia, encaixe perdido e telefonema de cobrança no dia seguinte.
oi, que dia é minha consulta mesmo?
que horas eu tenho amanhã?
com qual dentista eu vou?
consigo confirmar minha consulta por aqui?
preciso desmarcar, dá pra cancelar por aqui?
minha consulta tá confirmada?
eu tinha horário semana passada, eu cheguei a ir?
quando foi a última vez que eu fui aí?
vocês têm meu cadastro certinho aí?
Logo abaixo do logotipo, uma frase diz de onde o card está lendo: o atendimento aberto, ou o aviso de que aquele contato não tem paciente vinculado no sistema da clínica.
A situação chega traduzida para o português e o telefone, formatado. O documento só ganha pontuação quando está no padrão; fora dele aparece como está, sem ser deformado na tela de quem atende.
A data da próxima consulta sai por extenso, e a etiqueta de situação usa o nome e a cor que a própria clínica cadastrou. Sem esse catálogo, escreve "Situação não informada" em vez de arriscar um rótulo.
Vem do mais recente para o mais antigo e inclui o que foi desmarcado, de propósito: falta e cancelamento fazem parte da conversa. Observação longa é cortada para não estourar a largura da coluna.
O card lê as cores da própria instância. Se o cliente usa o painel em tema escuro, ou tem identidade visual própria no whitelabel, o card acompanha e continua legível — a marca da Clinicorp fica só nos acentos.
Paciente, próxima consulta, horário, profissional e o que já aconteceu no período aparecem na mesma tela da conversa. O atendente responde sem sair do WhatsApp e sem pedir para o paciente aguardar.
A situação da consulta aparece com o nome e a cor que a própria clínica cadastrou no sistema dela. Balcão e WhatsApp falam a mesma língua, sem uma tradução nossa no meio do caminho.
Quando a clínica libera, o paciente confirma ou desmarca ali mesmo e a agenda já fica certa. Antes de gravar, o card pede uma confirmação ao atendente e recusa o agendamento que chegou sem identificação.
A extensão chega somente leitura. Confirmar e cancelar são ligados um a um, na instalação, depois que a clínica valida. Ninguém altera a agenda por acidente, e nenhum botão aparece antes dessa decisão.
Telefone que pertence a dois cadastros faz o card dizer quantos são e pedir o documento, em vez de abrir a agenda do parente errado. A decisão volta para o atendente, sempre.
Dá para mostrar o card inteiro, com dados de exemplo, antes de a clínica entregar qualquer acesso. Nesse modo nada é consultado no sistema dela, e gravar continua bloqueado mesmo se a escrita estiver ligada.
Clínica ou consultório que já toca a operação inteira na Clinicorp — cadastro de paciente, agenda dos profissionais, orçamento — e atende pelo WhatsApp. A raiz do sistema é odontológica, e é ali que o encaixe é mais natural, mas serve qualquer especialidade que marque hora e dependa de confirmação.
O ganho cresce com volume de confirmação e remarcação: agenda cheia, vários profissionais e uma recepção que divide o tempo entre o balcão e o celular. Encolhe em clínica de pouco movimento, e pede um cuidado a mais onde a família inteira usa o mesmo número, porque o telefone sozinho não identifica ninguém.
| o que | onde o cliente pega, ou o que ele decide |
|---|---|
| Os acessos da clínica | Saem todos da mesma tela do sistema dela, em Gerenciar Assinatura › Acesso Externo e Integrações: o identificador da assinatura e o par de chaves de acesso que o próprio sistema gera. |
| Permissão de leitura completa | Peça que esses acessos enxerguem paciente, agenda, lista de situações e lista de profissionais. Sem as duas últimas o card funciona, mas mostra situação genérica e o código do profissional no lugar do nome. |
| A decisão sobre gravar | A clínica precisa dizer se o card só informa ou também confirma e cancela. Cada uma das duas ações é ligada separadamente, e o recomendado é validar com a clínica antes de ligar qualquer uma. |
| Opcional, o código do paciente | Quando a clínica grava esse código no cadastro do contato, o card acha a pessoa sem depender do telefone. Vale muito em base onde marido, esposa e filhos usam o mesmo número. |
| Opcional, a unidade | Assinatura com mais de uma unidade pode informar qual delas o card consulta. Sem isso, a agenda vem da assinatura inteira, o que costuma bastar em clínica de endereço único. |
Dá para mostrar a integração funcionando numa reunião sem pedir nada à clínica antes: o modo demonstração desenha todos os blocos do card com dados de exemplo. Marque a conversa, abra a demonstração na tela e saia dela com uma resposta — o card só informa, ou também confirma e cancela?
Peça a demonstração ao time técnico e leve a tela pronta para a reunião.