Quem responde o WhatsApp da clínica enxerga cadastro, próxima marcação e histórico sem trocar de janela, e confirma ou desmarca com um clique, direto no atendimento.
que horas é minha consulta amanhã
14:12O paciente pergunta que horas é a consulta, e quem atende sai da conversa, abre o sistema da clínica, procura o cadastro certo, confere a agenda, volta e digita a resposta. A pergunta é curta, o caminho até ela não é, e o dia da recepção no WhatsApp se enche desse vaivém entre duas telas.
Quando a fila aperta, o atendente responde de memória. Diz um horário que mudou, confirma uma consulta que já tinha sido desmarcada ou manda o paciente para o profissional errado. A clínica costuma descobrir no dia seguinte, com a sala vazia e um horário que não dá mais para oferecer a ninguém, e quem escuta a reclamação é a mesma recepção.
que horas é minha consulta amanhã?
com qual medico eu marquei mesmo
minha consulta é esse mes ou mes que vem?
consigo confirmar minha presença por aqui
preciso cancelar, nao vou conseguir ir
quando foi minha ultima consulta com a doutora?
eu ja fiz esse exame ai com voces
meu convenio é aceito? qual esta no meu cadastro
voces tem meu cadastro? eu ja sou paciente dai
eu faltei mes passado, ainda estou com a consulta marcada?
Logo abaixo da marca, uma linha diz o que o card está olhando: o número do atendimento aberto, ou que aquele contato não tem paciente vinculado, ou que ali são dados de exemplo. Ninguém precisa adivinhar.
Nome, telefone, CPF, nascimento e convênio. O telefone mostrado é o celular, que é por onde o paciente escreve, e campo que a clínica não preencheu aparece como travessão, nunca em branco.
Consulta de hoje continua aqui mesmo depois de o horário passar, porque é isso que o paciente quer saber quando escreve. A etiqueta de situação tem cor: verde confirmou, âmbar ainda não, vermelho faltou.
Embaixo vêm as consultas passadas, da mais recente para a mais antiga. Quando o card não consegue identificar o paciente sozinho, ele diz isso e abre um campo de CPF, em vez de deixar a tela em branco.
O card lê as cores da própria instância. Se o cliente usa o painel em tema escuro, ou tem identidade visual própria no whitelabel, o card acompanha e continua legível — a marca da Feegow Clinic fica só nos acentos.
Data, hora, profissional e procedimento da próxima consulta ficam ao lado da conversa, durante o atendimento inteiro. O atendente lê e responde sem abrir o sistema da clínica e sem perder o fio do que estava escrevendo.
O card se recarrega sozinho a cada atendimento aberto e se coloca na frente das outras extensões do painel. A informação está ali antes de alguém procurar, e ninguém precisa trocar de aba para descobrir que ela existe.
Dois botões gravam a mudança na agenda da clínica na hora, e cada um pede confirmação antes de sair. Depois de gravar, o card recarrega e mostra o que a clínica de fato registrou, não um otimismo da tela.
Cada consulta carrega uma etiqueta colorida: verde para quem compareceu ou confirmou, vermelho para falta e cancelamento, âmbar para o que ainda não foi confirmado. Dá para ler o histórico de relance, antes da primeira frase.
Não achou o paciente, ele diz isso e abre um campo de CPF. Situação que não reconhece nunca vira um número solto na tela. E quando precisa encurtar a busca no período, avisa na tela que encurtou.
Dá para esconder o CPF, todos os dados pessoais ou o histórico, sem pedir uma versão diferente do produto. E a extensão entra como leitura pura: nenhuma ação que altera a agenda existe até alguém liberar.
Clínica ou consultório que usa a Feegow como sistema de gestão e atende paciente pelo WhatsApp: agendamento, confirmação, remarcação e a dúvida de rotina que chega a qualquer hora. Serve tanto à clínica de uma unidade quanto à rede com várias, porque cada instalação usa a credencial da própria clínica.
O ganho cresce com o volume de conversa e com o tamanho da recepção: quanto mais gente respondendo e mais perguntas do tipo que horas é minha consulta, maior o tempo que hoje se gasta só procurando. É menor onde o WhatsApp recebe pouca conversa ou onde o paciente raramente pergunta sobre a própria agenda.
| o que | onde o cliente pega, ou o que ele decide |
|---|---|
| Uma chave de acesso da clínica | O próprio sistema da clínica gera a chave, no painel da Feegow, em Configurações › API. Cada clínica usa a sua: a EvoTalks não carrega credencial de ninguém e nada muda no produto de uma clínica para outra. |
| As permissões dessa chave liberadas | A chave nasce sem nenhuma permissão, e a liberação é feita item a item na mesma tela: consulta do paciente, agenda e as listas de profissionais, procedimentos, especialidades, convênios e situações. |
| A decisão sobre confirmar e cancelar | Se a clínica quiser essas duas ações dentro do atendimento, precisa liberar também a atualização de situação e autorizar a escrita na configuração da instalação. Enquanto não autorizar, os botões nem são desenhados. |
| Como o paciente é identificado | A clínica escolhe: pelo código do paciente já gravado num campo extra do contato, o caminho mais confiável, ou pelo CPF do contato. Sem nenhum dos dois, o atendente localiza digitando o CPF no card. |
| Nada disso para apresentar | A demonstração abre o card completo, com paciente e agenda de exemplo, pelo menu superior do EvoTalks. Não pede chave, não mexe na instalação e não tem como tocar em clínica nenhuma. |
A conversa começa pela pergunta que a recepção mais recebe e termina no card ao lado dela, com a próxima consulta já na tela. Abra a demonstração pelo menu superior, mostre o card funcionando com dados de exemplo e peça uma única coisa ao cliente: a chave de acesso gerada pela própria clínica.
Peça a demonstração ao time técnico e leve a tela pronta para a reunião.